Só para lembrar meu fascínio pelo mar, desvendar muito além de sua superfície, submergir em sua profundidade e tornar-me oceano, por vezes calmo e gentil, por vezes violento e intolerante, quente ou frio, dançando sob seu próprio som.
Nem bom nem mau, natureza sem dono, sem nação, sem nome apenas a existir e ser o que é.
Quão distante de mim tua totalidade aparentou estar, quão próximo de minha totalidade sua ínfima fatia esteve sendo esta suficiente para levar-me a alma.