Minha observação parte do
pressuposto de que lagartas, por terem naturezas diferentes, recebem nomes
distintos e, por isso, merecem ao menos um mínimo de consideração.
A maioria das pessoas do ambiente
em que convivo, INFELIZMENTE, não sabe diferenciar um mandruvá de uma taturana!
E digo mais: nem sequer sabem o que esses nomes significam! Talvez eu esteja
sendo muito chata ao chamar atenção para um detalhe aparentemente pequeno (que,
na verdade, não considero tão pequeno assim), mas esses pequenos seres, muitas
vezes desprezados, que habitam diversas árvores, possuem um papel totalmente
relevante! Afinal, todos adoram e admiram profundamente a beleza das
borboletas, que antes de se tornarem esse ser tão apreciado foram lagartas.
As lagartas, com sua DEVIDA
importância no meio ambiente, distinguem-se umas das outras, separando-se
basicamente em dois grupos classificatórios:
Grupo nº1: Os MANDRUVÁS –
lagartas desprovidas de pelos e que, por isso, não possuem veneno; portanto,
são inofensivas.
Grupo nº2: As TATURANAS –
lagartas que possuem pelos e que, por meio deles, expelem veneno. A potência do
veneno varia de taturana para taturana, mas, em geral, causa queimaduras.
Espero ter contribuído para a
conscientização das pessoas sobre a situação de desprezo em que vivem as
taturanas e os mandruvás. Pela atenção, obrigada.