O mundo virtual se assemelha a um oceano, com movimentos de
ir e vir das ondas.
A todo momento, uma nova onda quebra na praia —
mas, no fundo, é feita da mesma água que não sacia a sede.
Nos permitimos apenas a superfície,
onde todos se encontram,
mas ninguém se vê,
com medo de nos afogarmos nas profundezas do esquecimento.