Enquanto estivermos protegidos pelas muralhas da
coletividade, estaremos seguros dos perigos do terreno desconhecido da
individuação.
Nossa face pacífica, cuja voz é suave — quase um sibilo harmônico na multidão —
carrega dentro de si uma feição desfigurada, desesperada, cuja voz é grave —
quase um grito gutural de um titã adormecido e oprimido.
Na superfície, reina a luz, a paz; nas profundezas, reina a escuridão, o caos
para o qual fechamos os olhos.