quarta-feira, junho 18, 2025
Peça solta
terça-feira, junho 17, 2025
O olhar que atravessa
segunda-feira, junho 16, 2025
Anatomia do pranto
domingo, junho 15, 2025
À Porta
sábado, junho 14, 2025
Olhares que se encontram
sexta-feira, junho 13, 2025
Você que em mim habita
quarta-feira, junho 11, 2025
Onde moro
terça-feira, junho 10, 2025
Pilar invisível
segunda-feira, junho 09, 2025
Espírito da língua
domingo, junho 08, 2025
Irrompe o inesperado
sábado, junho 07, 2025
Jazz da alma
sexta-feira, junho 06, 2025
Revolução Silenciosa
O Vício da Possibilidade
quinta-feira, junho 05, 2025
Pessoa
Fernando Pessoa: suas palavras desnudam-lhe a alma diante de nossos olhos e nos encantam e deslumbram com a beleza de sua forma, ao mesmo tempo profunda e intangível, mas acessível ao nosso coração. Não me canso de admirá-lo.
Red Flags: O Perigo que nos habita
Vivemos tempos em que a atenção aos sinais de perigo se tornou quase uma exigência cotidiana. "Red flags" se tornaram parte do nosso vocabulário emocional, como se a vigilância constante fosse a única maneira de evitar a dor. Mas será que, ao focarmos tanto no que pode nos ferir, não esquecemos de olhar para aquilo que, silenciosamente, também nos habita?
Aprendemos a erguer barreiras, mas será que também
aprendemos a nos aproximar? Me parece que não...
É preciso prestar atenção às “red flags” de si mesmo. Nosso
olhar está sempre voltado para os sinais que enxergamos no outro, mas raramente
olhamos para os nossos próprios sinais de alerta. O problema está sempre lá
fora, mas será que ele também não habita dentro de nós, justamente porque
vivemos focados nele?
Realizamos a tarefa de conservar nossa essência e verdade
interior a todo custo — mas… a que custo?
Essa reflexão parte de uma série de fracassos que vivi ao me
impor meias verdades. Tentativas de me proteger ou de me adequar, que, no fim,
apenas me afastaram de mim mesma e das relações que poderiam ter sido mais
autênticas.
Talvez o maior risco não esteja apenas no outro, mas na
nossa dificuldade de reconhecer os sinais que emanam de nós mesmos. O perigo
que nos habita é, muitas vezes, aquele que mais negligenciamos e, é ele quem
mais nos afasta da possibilidade de encontros genuínos.
quarta-feira, junho 04, 2025
Eterna Estrangeira
terça-feira, junho 03, 2025
Transfiguração
O que vejo é o que sou
segunda-feira, junho 02, 2025
O colapso que revela
Pelas rachaduras dos muros que ergui contra mim, vejo entrar uma luz. Permito-me aproximar um pouco mais do colapso da estrutura e olhar por entre as frestas, à procura do desconhecido que se oculta à minha consciência.
Mãe
Mãe é a janela aberta por onde entra o sol que aquece todos os cantos da casa. E essa casa é o meu coração.
Sob o Sol
domingo, junho 01, 2025
O Que Me Habita
sábado, maio 31, 2025
Banquete das Forças Ocultas
sexta-feira, maio 30, 2025
Vídeo game da vida
No videogame da vida, nada se move porque você não se move.
Temendo mover-se e errar, erra-se na estagnação.
Se olhar para o outro como parceiro de jogo, e não como mero adversário, por
meio das narrativas impostas aos players, começamos a nos mover adiante — e não
em círculos.
Seguindo fielmente o script do jogo, tornamo-nos NPCs: jogadores não jogáveis,
sem protagonismo sobre a própria vida.
Sim, fomos programados, somos programáveis, bonecos coadjuvantes; mas, diante
disso, não pare de jogar.
Jogue, permaneça no jogo, mas aprimore-se e mova-se em direção a novas fases.
O simulacro é inevitável, mas crie, neste jogo criado, suas próprias
experiências e aprendizados.
O que puder ser de si, seja. Solte, o quanto puder, o espelho coletivo de ações
e reações.
Não é se isolar do todo, mas se unir a ele a partir de si mesmo.
O coletivo que se dispõe à união genuína — e não à mera massa de manobra — é
poderoso, e quem detém o poder está ciente disso, programando o sistema a fim
de manter o jogo sob controle.
A identidade é um muro invisível de controle sobre aquilo que não tem forma nem
se pode moldar.
Tire os dedos dos botões que te definem e conduza a si mesmo neste jogo.