Não se deve confundir raciocínio
lógico com inteligência. O primeiro está na superfície, enquanto o segundo
demanda profundidade. Inteligência vai muito além de conhecimento acumulado,
aplicação de fórmulas, leitura de mapas e manuais. Ela provém de um saber
interno que absorve, questiona e reflete, em um movimento fluido, daqueles que
se permitem não apenas racionalizar, mas verdadeiramente sentir, aplicar e
interiorizar o aprendizado por meio da experiência viva.