Minha alma é como as águas de um rio subterrâneo, que passa
sem que alguém possa ver.
O de baixo nutre o de cima. O interior sustenta a superfície.
Aqui, as sombras também podem falar; elas têm seu lugar à mesa.
De uma ponta a outra, todos se sentam reunidos: uns tão alheios, outros
compenetrados; alguns são etéreos, outros, densos, feito matéria.
Eletricidade e magnetismo compartilham uma só refeição.